CENTRO DE ESTUDOS

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Coordenadores 

Carlos Filipe – Coordenador Gestão de Projetos

Doutorando em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Artis – IHA). Mestre em História, Moderna e Contemporânea.
É membro do CIDEHUS – Universidade de Évora e CLEPUL-FLUL.
São suas áreas de interesse: História da Arte, História da Arquitetura e Construção, Património Religioso, Indústria das Rochas Ornamentais, Ciências da Documentação.
É co-autor e coordenador dos projetos de investigação: Rota do Mármore AEPatrimónio e História da Indústria dos MármoresCallipoartes – História das Personalidades Calipolenses.
Integra a equipa do inventário do SIPA enquanto coordenador nos concelhos de Borba, Estremoz e Vila Viçosa.
É investigador do CECHAP desde 2011, sendo um dos seus fundadores.


 

Armando Quintas – Coordenador Projetos de Investigação

Licenciado em História – Património Cultural (2008) pela Universidade de Évora, Portugal, mestre em Gestão e Valorização do Património Cultural e Industrial (2012) pelas Universidades de Paris I, França, Pádua, Itália e Évora.
Obteve o seu doutoramento em História (2021) na Universidade de Évora, com a dissertação “Os Mármores do Alentejo, História, Património e Valorização Cultural (1850-2020)”.
É autor de várias publicações sobre o património industrial, em particular do indústria dos mármores.
É investigador  do CECHAP desde 2012, colaborando nos seus vários projetos e presta apoio na Rota do Mármore como Guia Intérprete.

Em Outubro de 2019 foi constituído o Conselho Científico Internacional do CECHAP presidido pelo Professor Doutor José Eduardo Franco, CIDH da Universidade Aberta e do CLEPUL da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e pela Vice-Presidente a Professora Doutora, Ana Cardoso de Matos, do CIDEHUS da Universidade de Évora. Este importante órgão é constituído por trinta e um membros da academia, representativo das várias áreas das ciências de Universidades nacionais e internacionais. Cabe ao Conselho Científico Internacional a definição do trabalho científico que o CECHAP irá desenvolver, alargando-o, no futuro, a novas áreas de estudo. Do Conselho Científico Internacional fazem parte:

Amélia Dionísio / IST-UL 
Ana Cardoso de Matos / CIDEHUS-UÉ
André Carneiro / CHAIA-UÉ
Annabela Rita / CLEPUL – FLUL
Antónia Conde / CIDEHUS-UÉ
Armando Quintas / CIDEHUS-UÉ
Carlos Fiolhais / CCV – UC
Clara Moura Soares / ARTIS-IHA – FLUL
Cristina Lucas / CLEPUL – FLUL
Daniel Alves / IHC – UNL
Domingos Caeiro / UA
Fernanda Olival / CIDEHUS-UÉ
Fernando Grilo / ARTIS-IHA – FLUL
Joana Balsa de Pinho / CLEPUL – FLUL
Jorge Cruz Pinto / CIAUD – FAUL
José Eduardo Franco / CLEPUL – FLUL
Julian Sobrino Simal / DA – USEvilha 
Leonel Fadigas / FAUL
Maria Ana Bernardo / CIDEHUS-UÉ
Maria João Pereira Coutinho / CHAM – UNL
Miguel Angel Valero / UCLM
Patrícia Monteiro / CLEPUL – FLUL
Paula Carreira / CLEPUL – FLUL
Pedro Caridade Freitas / THD – FDUL
Pedro Flor -IHA / FCSH NOVA
Ricardo Silva / POL – CB
Rute Massano Rodrigues / ARTIS-IHA – FLUL
Virgínia Garcia-Entero / UNED
Vítor Serrão / ARTIS-IHA – FLUL.

Investigadores Coordenadores

Ana Cardoso de Matos

Coordenadora: História e Património Industriais

Ana Cardoso de Matos é Professora Associada com Agregação da Escola de Ciências Sociais – Departamento de História da Universidade de Évora.  Está no Conselho Diretivo do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, coordenando a linha de investigação Patrimónios, Literacia e Diversidade Cultural. É Vice-diretora do IIFA – Instituto de Investigação e Formação Avançada.

É responsável, na Universidade de Évora, desde 2006, pelo Erasmus Mundus Master TPTI-Techniques, patrimoines, territoires de l’industrie.

Faz parte do Conselho Consultivo da Fundação Museu Nacional Ferroviário, é membro do board da International Railways History Association (IRHA)/Association internationale d’Histoire des chemins de fer (AIHCF), do Comité d’Histoire de l’electricité et de l’energie, Fondation EDF, da Associação Ibérica de História Ferroviária, da Associação Portuguesa de História Económica e Social (APHES), do conselho editorial das revistas TST-Transporte, Servicios y comunicacionesHoST-International Journal of History of Science and Technology, e do conselho científico do Journal of Energy History / Revue d’histoire de l’énergie (JEHRHE), do Patrimonio Industriale AIPAI, da Revista e-Phasistos. Revue d’histoire des techniques/Journal of History of Technology e da revista Midas – Museus e Estudos Interdisciplinares.

Os seus principais interesses de investigação são a história da engenharia e tecnologia, a história do gás e da eletricidade e o património industrial e tecnológico.

É co-editora e autora de diversos livros e de vários capítulos de livros e publica regularmente em revistas nacionais e internacionais.


André Carneiro

Coordenador: Arqueologia Romana

André Carneiro, doutorado em Arqueologia pela Universidade de Évora em 2011. Tem formação curricular em História, variante Arqueologia, e Master em Cultura e Formação Autárquica. Foi técnico superior de Arqueologia do Município de Fronteira entre 1999 e 2006, tendo organizado as IIIas Jornadas de Arqueologia do Norte Alentejano (atas publicadas em 2011) e realizado a Carta Arqueológica do Concelho de Fronteira, com mais de 200 sítios arqueológicos identificados. Desde 2000 iniciou escavações arqueológicas anuais em sítios de época romana no território do município, como o povoado de São Pedro (2000-2006), a necrópole de Outeiro do Mouro (2007-2011) e a villa romana da Horta da Torre (desde 2012). A partir de 2006, iniciou funções como docente no Departamento de História da Universidade de Évora, lecionando diversos temas como História da Grécia, História de Roma, Arqueologia, Teoria e Método, Arqueologia Romana e Património Arqueológico (curso de Turismo). Entre as áreas de investigação em curso, estão projetos com temas relacionados com a época romana: o povoamento rural, a arquitetura das villae, os itinerários e vias de comunicação, a agricultura, colaborando ainda em equipas interdisciplinares que investigam a produção de mármore e de vinho.

Investigador integrado do CHAIA/UÉ e colaborador do CECH/FLUC.


Clara Moura Soares

Coordenadora: História da Arte – Séculos XIX e XX

Professora Auxiliar com Agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigadora integrada do ARTIS – Instituto de História da Arte da mesma Faculdade, onde coordena o grupo de investigação Patrimonium.

Licenciou-se em História, Variante de História da Arte (1996), na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também obteve o grau de Mestre em Arte, Património e Restauro (1999). Doutorou-se em História, especialidade de História da Arte (2006), na mesma faculdade, com a tese As Intervenções Oitocentistas do Mosteiro de Santa Maria de Belém: o Sítio, a História e a Prática Arquitetónica.

Faz parte da equipa de investigação dos seguintes projetos: CuCa_RE: Curar, Cuidar, Reabilitar – O estudo dos edifícios da saúde construídos em Portugal no século XX (2016-2019) financiado pela FCT; PHIM (2ª fase) – Mármores do Anticlinal Alentejano – 2.000 Anos de Memória e Património (2017-2019), financiado pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional). É co-coordenadora do projeto Orion – Coleções de Arte e Colecionadores em Portugal, UID/EAT/04189/2016, financiado pela FCT.

Tem desenvolvido investigação e orientado dissertações de mestrado, teses de doutoramento e pós-doutoramentos em diversos domínios das Ciências do Património, nomeadamente, da sua gestão, do inventário, do colecionismo e da história e teoria do restauro.

É subdiretora e editora geral da Revista eletrónica ARTis ON http://artison.letras.ulisboa.pt/index.php/ao


Daniel Alves

Coordenador: Humanidades Digitais – Base de Dados

Professor Auxiliar no Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e investigador no Instituto de História Contemporânea, ambos da Universidade NOVA de Lisboa. Tem um mestrado em História do Século XIX (2001) e um doutoramento em História Económica e Social Contemporânea (2010), com uma tese intitulada “A República atrás do balcão: os lojistas de Lisboa e o fim da Monarquia (1870-1910)”. As suas áreas de interesse são a História Contemporânea, a História Económica e Social, a História Urbana, a História das Revoluções e as Humanidades Digitais. Recentemente foi editor convidado no número especial “Digital Methods and Tools for Historical Research”, da revista International Journal of Humanities and Arts Computing, e do número especial “The History of Retailing on the Iberian Peninsula”, da revista History of Retailing and Consumption. Leciona Informática Aplicada à História, História Contemporânea (Século XIX), História da Revolução Francesa e História dos Estados Unidos da América, na licenciatura em História, e História das Revoluções, no mestrado em História. Colabora com frequência em projetos de investigação que usam bases de dados e sistemas de informação geográfica (SIG) na investigação histórica, nomeadamente, no “Atlas, Cartografia Histórica” (http://atlas.fcsh.unl.pt/), no “PHIM – Património e História da Indústria dos Mármores” (https://marmore-cechap.pt/) e no “Atlas das Paisagens Literárias de Portugal Continental” (http://litescape.ielt.fcsh.unl.pt/), que atualmente coordena em colaboração com Natália Constâncio.


Vítor Serrão

Coordenador: História da Arte – Séculos XVI e XVIII

Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Diretor do curso de Doutoramento em História da Arte, do centro de investigação ARTIS – Instituto de História da Arte.

Licenciado pela Universidade de Lisboa (1974), tem Mestrado pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (1982) e Doutoramento pela Universidade de Coimbra (1992).

Especializou-se no estudo da pintura portuguesa renascentista, maneirista e barroca, bem como em Teoria da Arte e no campo da salvaguarda do Património, sendo autor de numerosa bibliografia nestes domínios. Destacam-se os livros O Maneirismo e o Estatuto Social dos Pintores Portugueses (1983), A Cripto-História da Arte. Análise de Obras de Arte Inexistentes (2001), A Trans-Memória das Imagens (2007), O Fresco Maneirista do Paço de Vila Viçosa, Parnaso dos Duques de Bragança (2008) e os catálogos das exposições Josefa de Óbidos e o tempo barroco (IPPC, 1991), A Pintura Maneirista em Portugal, arte no tempo de Camões (CCB, 1995) e Rouge et Or. Trésors du Baroque portugais (Paris, 2001), entre outros.

Tem desenvolvido trabalho de formação avançada e orientação específica de mais de uma centena de dissertações universitárias.  Coordenou, em conjunto com docentes de outras Universidades e instituições, vários projetos financiados pela FCT.

Tanto a nível interuniversitário como em escolas, academias e Câmaras Municipais, tem vindo a dirigir cursos especializados de formação e aprofundamento de zonas temáticas da História da Arte.

É membro da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Nacional de Belas-Artes, da Academia Portuguesa da História, da Sociedade de Geografia e da Associação Portuguesa dos Historiadores de Arte.

É diretor das revistas ARTIS ARTis ON.

Investigadores Principais

Carlos Sousa

Investigador: História Económica

Carlos Alexandre Ferreira de Sousa é licenciado em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É mestrando na área de especialização de História Contemporânea na mesma Faculdade, onde se encontra a desenvolver uma dissertação sobre a indústria pedreira na segunda metade do século XIX: “As pedreiras em Portugal na segunda metade do século XIX: Estado, Obras Públicas e Indústria (1850-1890)”, em fase de conclusão. Realizou algumas comunicações no âmbito do tema estudado e escreveu uma crónica: “Os homens e as pedreiras – as dificuldades que perduraram no tempo”, em fase de publicação. As suas áreas de interesse incidem sobre a história económica, social e política, principalmente no século XIX.


Joana Balsa de Pinho

Investigadora: Arquitetura Hospitalar em Portugal

Licenciada em História, variante História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) (2000), mestre em Museologia pela Universidade de Alcalá de Henares (2011) e doutora em História da Arte pela Universidade de Lisboa (2013), com tese sobre as confrarias da Misericórdia e a arquitetura quinhentista portuguesa, tendo sido bolseira de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Tem desenvolvido atividade profissional nas áreas da investigação científica, estudo e reabilitação do património histórico, dinamização cultural, projetos educativos, organização de exposições e formação na área da museologia e património. Desde 2012, colabora com o CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (FLUL) exercendo tarefas de coordenação executiva e da pesquisa de fontes históricas e leitura paleográfica em diversos projetos de investigação, nomeadamente, Obra Completa do Padre António Vieira, Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa, Obra Completa de Fernão de Oliveira e Obra Completa Pombalina. É investigadora integrada do CLEPUL e investigadora colaboradora do ARTIS – Instituto de História da Arte (FLUL). A sua atividade de investigação é desenvolvida em diversos projetos em Portugal, no Brasil e em Espanha. Desde 2018, é investigadora responsável do projeto «Hospitalis – Arquitetura hospitalar em Portugal nos alvores da Modernidade: identificação, caraterização e contextualização» (PTDC/ART-HIS/30808/2017), financiado pela FCT. É membro da Rede temática de investigação cooperativa em Arte Tardo-gótica. É autora de livros, artigos e de comunicações em eventos científicos, nacionais e internacionais, no âmbito da sua atividade profissional e de investigação.  Desde 2013, é membro da direção da Associação Portuguesa de Historiadores da Arte.


José Calado

Investigador: História Local e Regional do Alentejo

Historiador e investigador independente. Colabora com três Centros de Investigação nacionais e é investigador e membro da direção do CECHAP (Centro de Estudos, Cultura, História, Artes e Património). As suas áreas de eleição, nas quais se tem especializado, são a História Local e Regional do Alentejo e a História das Misericórdias e da Assistência.

Tem, até ao momento, doze publicações nesses domínios; como autor: Jogos Tradicionais Portugueses e Internacionais (2006), História do Desporto na Vila de Redondo (2012), Redondo, Terra de Oleiros (2013), 100 Anos de Gratidão – Centenário do Asilo António Manuel Fernandes Piteira (2014); Ruas Com História (2015); Redondenses na Grande Guerra (2016); Ruas Com História, 2º volume (2017): O Ensino no Concelho de Redondo (2018); Apontamentos para a História da Vinha e do Vinho no Alentejo – legado de uma família a produzir desde 1667 (2018); como coautor: Testamento de Catarina Pires Folgada – Edição Crítica (et. MOREIRA, Isabel, 2010); Das Festas dos Moços às Ruas Floridas (et. AZARUJA, João, 2011); Forais Novos de Redondo e Montoito (et. CAEIRO, Joana, 2017). É ainda autor de largas dezenas de artigos em revistas de caráter local e regional, tendo sido ainda responsável pela pesquisa paleográfica no livro Chocalheiros das Alcáçovas (CORREIA, André, 2013).


Lina Oliveira

Investigadora: História, transcrição paleográfica documental e revisão de textos

Licenciada em História e História da Arte e Mestre em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde foi docente, assim como na Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva. Foi colaboradora externa na Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, na elaboração do Inventário do Património Artístico. Tem executado trabalhos de investigação e transcrições paleográficas de documentos nas áreas de História e de História da Arte, com participações em Projetos de Investigação e Congressos e publicação de vários estudos e artigos. É membro da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses e foi bolseira de investigação do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, realizando trabalhos de investigação e de transcrição paleográfica documental e revisão, fixação e edição de textos no âmbito de diversos Projetos, como por exemplo o das Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa.


Maria João Coutinho

Investigadora: Arquitetura e obras de pedraria da Época Moderna

Licenciada em Artes Decorativas Portuguesas pela Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (ESAD/FRESS) (1998), mestre em História da Arte pela Universidade Lusíada (2001) e doutora em História (especialidade em Arte, Património e Restauro), onde apresentou a tese A produção portuguesa de obras de embutidos de pedraria policroma (1670-1720) (2011). Foi bolseira de doutoramento [SFRH/BD/22602/2005] e de pós-doutoramento [SFRH/BPD/85091/2012] em Estudos Artísticos, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Ministrou, entre 1998 e 2005, as unidades curriculares de Artes Decorativas I e II, História do Mobiliário e Arquitetura Civil Portuguesa na ESAD/FRESS. Atualmente, é docente convidada no Curso de 1º Ciclo em História da Arte e membro integrado do Instituto de História da Arte da mesma instituição. Tem colaborado, com a unidade curricular “Espaço Religioso”, no Curso de Formação Avançada em Turismo e Património Religioso, do Patriarcado e da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa). É, desde 2019, investigadora contratada da NOVA FCSH [DL 57/2016/CP1453/CT0046], onde desenvolve o projeto Arquitetura, escultura e ornamento: transferências artísticas no contexto das obras de pedraria da Assistência Portuguesa (S.I.) nos sécs. XVI-XVIII. Tem participado em encontros nacionais e internacionais, de carácter científico, organizado colóquios e congressos, e tem colaborado com projetos culturais, no âmbito da História da Arte e das Artes Decorativas. É membro da Sociedade Portuguesa de Estudos de História da Construção e da Sociedade Internacional de Estudos Jesuítas).


Noel Moreira

Investigador: Geologia

Licenciou-se em Geologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (2009), realizando na Universidade de Évora a formação pós-graduada (MsC em Mestrado em Ciências da Terra, da Atmosfera e do Espaço [2012] e PhD em Ciências da Terra e do Espaço [2017], ambos com Especialidade em Processos Geológicos). Iniciou o seu percurso profissional em 2009, como prestador de serviços no âmbito do projeto “ShistResource” e posteriormente como Comunicador de Ciência no Centro Ciência Viva de Estremoz, ligação contractual que cessou em 2012, embora a ligação à divulgação científica e à instituição em causa continue. Desde 2018, é bolseiro do projeto “ZOM-3D; Modelos Metalogénicos 3D da Zona de Ossa Morena”, sediado na Universidade de Évora. É atualmente membro integrado do Instituto de Ciências da Terra. No seu percurso destaca-se: a organização de um conjunto de conferências científicas de carácter nacional, nomeadamente o Congresso Jovens Investigadores em Geociências; a distinção com três prémios destinados a jovens investigadores (Bolsa Fundação Amadeu Dias/Universidade de Lisboa [2008], Prémio Estímulo à Investigação da Fundação Calouste Gulbenkian [2011] e Prémio Jovem Investigador – Fundação Millenium BCP [2018]); e a colaboração recorrente com as associações profissionais, nomeadamente a Associação Portuguesa de Geólogos e a Sociedade Geológica de Portugal.


Nuno Mourinha

Investigador: História, variante de Arqueologia

Licenciado em História, variante de Arqueologia pela Universidade de Coimbra. É o Coordenador, na vertente de património, do projeto de Recuperação de Minas Abandonadas do Alentejo. Foi consultor na área do património industrial no projeto de construção do novo Museu dos Coches (integrado na intervenção Ajuda/Belém). É ainda investigador, na vertente de arqueologia romana, do projeto PHIM – Património e História da Indústria dos Mármores, Membro Fundador do Grupo CIDADE: Cidadãos pela Defesa do Património de Estremoz e vice-diretor da Casa da Cultura de Estremoz.


Patrícia Alho

Investigadora: História e Arquitetura Hidráulica

Licenciou-se em História (Universidade Lusíada) no ano de 2004, obteve o grau de Mestre em Arte, Património e Restauro (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) em 2008 e o grau de Doutor na mesma área científica e faculdade, no ano de 2016. Autora da obra “As Gárgulas no Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Função e Forma”, publicada pela Câmara Municipal da Batalha em 2010. Participou em vários Congressos, Seminários e Encontros, desde o ano de 2010, tanto em Portugal como em Espanha, nos quais publicou vários artigos científicos. Em 2012 fez parte do grupo de investigação do Projeto “Magister – Arquitectura Tardo-gótica em Portugal: Protagonistas, modelos e intercâmbios artísticos (Séc. XV-XVI)”, e no ano seguinte participa no grupo de investigação do Projeto “Da cidade sacra à cidade laica. A extinção das ordens religiosas e as dinâmicas de transformação urbana na Lisboa do século XIX”. Investigadora Responsável do Projeto AquaMafra (Fundação Calouste Gulbenkian – 2017). Comissária da Exposição no Museu Nacional de Arte Antiga, “AQUA. Faianças da Coleção o MNAA” em 2015. Participa como investigadora no ARTIS (FLUL), CLEPUL (FLUL) e CITAD (Universidade Lusíada). Faz parte da Comissão Externa de Avaliadores dos Cadernos do Arquivo Municipal de Lisboa. Coordenadora do Gabinete de Estudos: “História, Arte e Cultura da Água” pertencente ao CLEPUL e Coordenadora da Linha de investigação: A aplicação do mármore na arquitetura hidráulica”, do Projeto PHIM (CECHAP).


Patrícia Monteiro

Investigadora: História da Arte, técnicas tradicionais decorativas no Alentejo

Licenciada em História, variante de História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL, 1998). Entre 1999-2001 completou o I Curso de Conservação e Restauro de Pintura Mural promovido pelo Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR). Em 2008 obteve o grau de mestre em Arte, Património e Restauro (FLUL), com a tese A pintura mural na região do mármore: Estremoz, Borba, Vila Viçosa e Alandroal (1640-1750). Em 2013 concluiu o seu doutoramento em História da Arte, na mesma instituição, com o tema A pintura mural no Norte Alentejo (séculos XVI-XVIII): núcleos temáticos da Serra de S. Mamede. De 2015 a 2019 desenvolveu o seu pós-doutoramento intitulado A engenhosa arte do engano: argamassas decorativas com policromias no Alentejo (séculos XVI-XVIII) (SFRH / BPD / 103550/2014), projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Tem vindo a participar em diversos projetos de investigação multidisciplinares para o estudo do património histórico-artístico português e, concretamente, da pintura mural, entre os quais há que destacar o PRIM´ART-Redescoberta da ARTe Mural em Portugal: Estudo Histórico e Científico do Arquiepiscopado de Évora (1516-1615) (PTDC/CPC-EAT/4769/2012), do Laboratório HERCULES e, também, o DB_Heritage: Database of building materials with historical and heritage interest (PTDC/EPH-PAT/4684/2014), do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). É investigadora integrada do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) e colaboradora do ARTIS – Instituto de História da Arte (FLUL), assim como do Laboratório HERCULES (Universidade de Évora). É atualmente investigadora contratada pelo CLEPUL na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


Rute Rodrigues

Investigadora: História da Arte, Património, Restauro – Séculos XIX-XX

Licenciada em História, variante de História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na mesma faculdade realizou o mestrado em Arte, Património e Teoria do Restauro e o doutoramento em História, na especialidade de Arte, Património e Restauro, com a tese “Entre a Salvaguarda e a Destruição: A Extinção das Ordens Religiosas em Portugal e as suas Consequências para o Património Artístico dos Conventos (1834-1868)” (2017). É investigadora do ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fazendo parte do grupo de trabalho PATRIMONIUM – Ciências do Património e Mercados da Arte. Foi bolseira de investigação do projeto Eneias – A coleção de pintura da Biblioteca Nacional de Portugal: do resgate do património artístico conventual na implantação do Liberalismo ao estudo integrado de conservação e divulgação. Colabora desde 2017 com o CECHAP (Centro de Estudos de Cultura, História, Arte e Património), integrada na equipa do ARTIS-IHA, no estudo PHIM – Património e História da Indústria dos Mármores. Dedica-se, essencialmente, aos séculos XIX e XX, a temas relacionados com as alterações introduzidas pelo Regime Liberal e pela República no património artístico e arquitetónico nacional, a história e a teoria do restauro, o colecionismo, os viajantes, os palácios reais, a aplicação das rochas ornamentais na arquitetura e na escultura, entre outros.


Mariana dos Santos

Mestre em História da Arte e Património pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2019) com o tema de Dissertação A Renovação oitocentista da Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa: Programas, protagonistas e materiais, que surgiu no decorrer da investigação para o projecto PHIM – Património e História da Indústria dos Mármores. Licenciada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2016). Integrou a equipa de investigação do ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras (ARTIS-IHA-FLUL) na parceria com o Centro de Estudos de Cultura, História, Artes e Património (CECHAP) no âmbito da 2ª fase do projeto PHIM. Dessa colaboração surgiu um artigo, publicado em co-autoria, na Revista ARTis On Nº5 (2017) intitulado Património e História da Indústria dos Mármores: O Papel da História da Arte num Projeto Pluridisciplinar. Em Outubro de 2018 participou no Congresso Dinâmicas do Património Artístico – Circulação, Transformações e Diálogos, apresentando o tema Numa Terra de Mármores: a renovação oitocentista da Capela do Paço Ducal.

Joaquina Peixinhos

Bacharel em Educação Pré-escolar (Curso de Educador de Infância), encontrando-se a frequentar a licenciatura em História da Arte na Universidade Aberta.
Colabora com o CECHAP desde 2013, sendo guia intérprete da Rota do Mármore.


Olga Nikolova

Técnica de comunicação e serviço digital. Nasceu na Bulgária mas reside em Portugal desde 2012.
Colabora com o CECHAP desde 2021, sendo responsável pela Comunicação e serviços administrativos.


João Pires Lopes


Licenciado em História e Arqueologia pela Universidade de Évora. Encontra-se neste momento  a frequentar o Mestrado em Gestão e Valorização do Património Histórico e Cultural na mesma universidade. 
Colabora com o CECHAP desde 2021, sendo investigador no estudo PHIM – Património e História da Indústria dos Mármores.


João Bravinho

Licenciado em Turismo pelo Politécnico de Portalegre. Tem interesse no turismo, património cultural e na música.
Colabora com o CECHAP desde 2021, sendo guia – intérprete na Rota do Mármore.


Cláudia Véstia 

Licenciada em Musicologia pela Universidade de Évora. 

Desde 2021 é estagiaria do CECHAP na área do Arquivo – Biblioteca como arquivista.

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